
Perante o laxismo dos cidadãos e a ineficácia conivente das autoridades, tentaremos alertar para cidades que envergonham. Colabore!»
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OLÁ, EU SOU O JOÃO! Um dos pequenos grandes HERÓIS desta vida. Nasci saudável no seio de uma família que tem como alicerces o Amor e a Alegria. Com cerca de 1 ano de vida tive uma infecção por Adenovírus e depois de uma grave pneumonia, com sérias complicações sofri uma lesão cerebral (encefalopatia). Tudo isto, agora, resume-se em duas doenças pulmonares crónicas (Bronquiolite Obliterante e Bronquiectasias) e numa Paralisia Cerebral e Epilepsia...




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Esta reportagem foi emitida esta noite, depois do Jornal Nacional.
Além das pessoas com Paralisia Cerebral e familiares, foram também entrevistados profissionais que trabalham em prol da melhoria de vida destas pessoas. Uma das entrevistadas é uma pessoa que muito admiro (dado o seu empenho e frontalidade - fazem falta MUITAS pessoas como ela!). Deixo-vos um repto: depois de visualizarem a reportagem tentem adivinhar quem é esta que acabo de mencionar...
Outro desafio que aqui vos lanço (mais uma vez):
tornem-se sócios da Associação de Paralisia Cerebral de Lisboa!
Não dói nada e não custa (quase) nada...
Basta preencher a ficha de inscrição (pagar e) enviar para a morada
Avenida Rainha Dona Amélia - Lumiar - 1600-676 Lisboa
Fax: 217568978
Downolad da Ficha de inscrição APCL

Desta reportagem tenho a sublinhar o seguinte:
- Foi um prazer conhecer pessoalmente o Lourenço Medeiros (que dispensa apresentações) e o Luís Pinto (repórter de imagem, cujo trabalho também admiro).
- O primeiro menino que aparece nesta reportagem é o Lourenço (que podem conhecer AQUI).
Voltamos a ficar resguardados em casa, pois este frio polar faz toda a diferença nos frágeis pulmões do meu Príncipe e já estão a dar sinal...
Parece-me inacreditável que estou sem trabalhar já há 3 anos!
3 anos de mãe-cuidadora 24h/dia...
E, mesmo sabendo que neste preciso momento ele ainda não tem saúde suficiente para conseguir frequentar JI ou escola sem cuidados especiais e específicos à sua condição física (pulmonar e consequentemente imunológica), ainda tenho esperança que venha a adquirir o suficiente para ficar mais independente da mãe...
